Eficiência no campo abre novos caminhos para investimentos de longo prazo nas lavouras de milho

Tecnologia empregada e soluções inovadoras em cultivares ampliam competitividade do grão e ajudam a impulsionar o agronegócio paranaense

Diante do potencial de produtividade e rentabilidade que ainda pode ser atingido na região com o cereal, produtores do estado canalizam seus esforços em aprimorar o planejamento de longo prazo, com base em investimentos que visam maior eficiência, a começar pela escolha da tecnologia empregada no híbrido.

Dentro do calendário agrícola de 2020, o Safratec traz as últimas novidades do setor, na Unidade de Difusão de Tecnologias (UDT) da Cocamar, nos próximos dias 22 e 23 de janeiro, em Floresta. Entre os destaques deste ano, estão o superprecoce MG408, de alta produtividade e sanidade foliar; o precoce MG593, com ampla adaptabilidade em diversas condições de solo e clima; e o precoce MG618, que chama a atenção por seu stay green pronunciado e pela qualidade dos grãos.

Nas áreas demonstrativas também será possível conferir o 30A37, líder em vendas no Paraná há cinco ano consecutivos, por aliar qualidade de grãos, estabilidade e máxima produtividade com rusticidade.

“Ao longo dos anos, a cultura ganhou eficiência, resultado de investimentos em genética e biotecnologia. A busca contínua por novas soluções sinaliza que os produtores estão atentos à sustentabilidade de seus negócios, com uma visão de longo prazo para atender a crescente demanda local e global por alimentos”, destaca Vinicius Leonel, gerente de desenvolvimento de mercado da Morgan.

Os materiais apresentados no evento estão disponíveis com a biotecnologia PowerCore™ Ultra, que possui ação quádrupla das proteínas inseticidas reduzindo a chance de resistência simultânea e auxiliando no manejo das principais pragas que atacam a cultura do milho, como a lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda), lagarta-elasmo (Elasmopalpus lignosellus), broca-do-colmo (Diatraea saccharalis), lagarta-rosca (Agrotis ipsilon), lagarta-da-espiga (Helicoverpa zea) e lagarta-preta-das-folhas (Spodoptera cosmioides). Outras duas proteínas conferem tolerância aos herbicidas glifosato e glufosinato de amônio, o que proporciona controle de um amplo espectro de plantas daninhas e permite que a lavoura expresse seu máximo potencial produtivo, simplificando e reduzindo custos de manejo. A tecnologia tem a aprovação da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio).

Fonte: OPA Assessoria em Comunicação

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