Alface: Rentabilidade é positiva em São Paulo e Rio de Janeiro

Os baixos preços registrados em julho, em conjunto com a demanda fraca no período, refletiram em sucessivas desvalorizações das alfaces nas praças paulistas de Mogi das Cruzes e Ibiúna e na região serrana de Teresópolis (RJ). Mesmo com a queda nas cotações, a oferta (ainda que crescente) foi reduzida, devido à menor área plantada – gerando rentabilidade positiva para as regiões.

Em Ibiúna, o preço médio da crespa, em julho, foi de R$ 9,83/cx com 20 unidades, valor 7,28% superior ao valor de custo. Em Mogi das Cruzes, a rentabilidade da americana também foi positiva (20,93%), com cotação média de R$ 12,50/cx com 12 unidades. Os cenários favoráveis foram motivados pela redução dos custos de produção – devido à menor incidência de doenças, ao menor volume descartado e à oferta mais controlada (por conta da redução do plantio).

Já em Teresópolis (RJ), a proliferação de esclereotínia (mofo branco), comum no período, gera excessivo volume de perdas e, consequentemente, preços baixos. Porém, neste inverno, a doença está bem controlada, o que também influenciou nas melhores rentabilidades: positivas em 74% para a crespa e em 26% para a americana.

Para agosto, a tendência é de que as vendas se elevem um pouco, por conta do retorno das aulas. Contudo, a boa produtividade esperada pode continuar limitando as cotações.

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Fonte: HF Brasil

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