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Diminui volume de açúcar programado para embarque nos portos

09/04/2021
Diminui volume de açúcar programado para embarque nos portos

Fonte: Agência SAFRAS / Foto: Internet

Diminui volume de açúcar programado para embarque nos portos

O total de navios que aguarda para embarcar açúcar nos portos brasileiros estava em 26 na semana encerrada em 07 de abril de março, contra 30 na semana anterior (31 de março), de acordo com levantamento realizado pela agência marítima Williams Brasil. Conforme o relatório, foi agendado carregamento de 881 mil toneladas de açúcar, ante 1,018 milhão de toneladas na semana anterior.

Pelo Porto de Santos (SP) deve ser carregada a maior parte (576.100 toneladas). Depois aparecem o porto de Paranaguá, no Paraná (189.506 toneladas), Maceió, em Alagoas (20.500 toneladas), Recife, em Pernambuco (22.873 toneladas), São Sebastião, em São Paulo (20.500 toneladas), e Suape, em Pernambuco (14.900 toneladas). A carga de açúcar a ser exportada consiste da variedade VHP (785.325 toneladas), Refinado A45 (75.773 toneladas) e Cristal B150 (20.006 toneladas). O relatório da agência leva em conta as embarcações já ancoradas, as que estão em largo esperando atracação e ainda as com previsão de chegada até o dia 22 de abril.

Indicador de preços da FAO cai 4% em março

O indicador de preços globais do açúcar da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) somou 96,2 pontos em março, queda de 4,0 pontos, ou 4%, contra fevereiro, marcando o primeiro recuo depois de fortes altas registradas nos últimos dois meses.

Conforme a FAO, “as cotações internacionais do açúcar, no entanto, permaneceram 30% acima dos níveis registrados no mesmo período do ano passado, diante de preocupações com o aperto na oferta global em 2020/21”.

A recente queda nos preços internacionais do açúcar, segundo a FAO, foi influenciada pelas perspectivas de amplas exportações da India, apesar de persistentes restrições na logística. Enquanto isso, pressões de alta nos preços diante de uma forte demanda de importação, particularmente da China, e elevações nas cotações do petróleo, evitaram uma queda mais pronunciada nos preços do açúcar nas últimas semanas.

Matheus Basso
Publicado por Matheus Basso

Estagiário de Jornalismo

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