Agronegócio

BASF anuncia a sua primeira marca de sementes de arroz

Lidero é a nova marca de sementes de arroz da BASF

Lidero™ oferecerá aos agricultores brasileiros sementes híbridas de arroz, comercializadas de forma verticalizada e por meio dos canais de distribuição da BASF a partir da safra 2021/22. Para os próximos anos, os agricultores de outros países da América Latina também poderão contar com cultivares Lidero.

Com a nova marca, a empresa lança no mercado o híbrido BRH0523 CL, que tem como características o ciclo precoce, alto potencial produtivo e qualidade de grãos. A novidade vem acompanhada da tecnologia Clearfield®utilizada em aproximadamente 80% das áreas de arroz irrigado do país para o controle de plantas daninhas no cultivo.

O lançamento da marca, que é inédito para a BASF, reforça o compromisso da empresa em entregar soluções completas e integradas para os rizicultores do país.

Para Hugo Borsari, diretor de Sementes da BASF para América Latina, o arroz é um dos cultivos prioritários para a empresa que aposta na importância dos sistemas produtivos. "O sistema soja-arroz beneficia os agricultores que podem ter um planejamento de longo prazo, visando a longevidade das lavouras. Este lançamento realizado primeiramente no Brasil coloca a BASF como parceira que participa de todas as fases do cultivo e oferece soluções conectadas às necessidades dos nossos clientes", explica Borsari.

Na safra 2020/21, a companhia já havia apresentado ao mercado suas sementes híbridas de arroz (BRH0222 CL e BRH0522 CL). "Os híbridos da BASF já estão sendo cultivados em mais de 100 áreas comerciais, com expectativa de excelente produtividade e qualidade de grão. Há um ano, a BASF apresentou 02 novas cultivares de arroz híbrido, resultado de um alto investimento em pesquisas e parcerias. Agora, temos uma marca própria e vamos continuar investindo nesta tecnologia", explica José Mauro Costa Rodrigues Guma, gerente de Sementes de Arroz e Trigo da BASF.

A empresa investe globalmente cerca de 900 milhões de euros, por ano, em pesquisa e desenvolvimento para trazer tecnologias que atendam às necessidades dos agricultores e contribuam para o seu legado. A BASF seguirá com a marca Lidero™ e com o mercado de licenciamento de tecnologia, além de manter parcerias com institutos de pesquisas públicos e empresas do segmento de apoio à inovação no setor. Nos próximos anos, os híbridos de arroz também vão contar com a tecnologia Provisia®, para o controle de plantas daninhas de folha estreita.

Soluções completas BASF para arroz

Como empresa líder em tecnologia para arroz, a BASF oferece aos agricultores soluções para todas fases da lavoura, contemplando sementes, traits (características) de tolerância a herbicidas e proteção do cultivo.

O herbicida Aura® 200 é uma ferramenta eficiente para o manejo efetivo de plantas daninhas na pós emergência, com ênfase no capim-arroz e em outras importantes gramíneas de difícil controle.

Outra opção para o manejo eficiente é o herbicida Prowl® H2O que tem formulação à base de água, indicado para o controle pré-emergente de gramíneas e ciperáceas.

"O investimento em inovações e tecnologias proporcionam o legado de produtividade nas lavouras de arroz do país. O manejo correto de plantas daninhas é um dos principais requisitos para uma lavoura de sucesso. A BASF oferece o pacote tecnológico completo para o cultivo de arroz, com destaque para o portfólio de herbicidas", destaca Vitor Bernardes, gerente de Marketing de Arroz e Trigo da BASF.

Prezado jornalista, favor contatar a BASF, por meio de sua área da Comunicação Corporativa, em caso de informações sobre os produtos e sua correta aplicação. Uso exclusivamente agrícola. Aplique somente as doses recomendadas. Descarte corretamente as embalagens e restos de produtos. Incluir outros métodos de controle do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados. O produto Aura® 200 e o Prowl® H2O estão devidamente registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento sob o número: 007107 e 5920.

Larissa Schäfer
Publicado por Larissa Schäfer

Formada em Jornalismo pela Universidade de Passo Fundo (UPF).

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