Sojicultores devem estar atentos ao manejo do percevejo-marrom para safra 2020/2021

Com lançamento de um novo mecanismo de ação para o controle da praga, o inseticida Curbix, da Bayer, , é mais um aliado do produtor para as altas produtividades na próxima safra

Neste momento, os produtores rurais se preparam para o início da safra de soja 2020/2021, na maior parte do Brasil, com excelentes expectativas de mais um ciclo próspero e de superação de resultados. Segundo estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção do cultivo deve bater um novo recorde, previsto em 133,5 milhões de toneladas. A projeção de aumento da colheita decorre de uma melhor produtividade, que pode chegar a 3,5 mil quilos por hectare. Outro ponto favorável é que a comercialização do grão já está bem avançada, alavancada pela demanda internacional. Em agosto, 40% da safra já foi vendida, contra 20% do mesmo período anterior.

Frente a um cenário promissor para o ciclo, os agricultores devem estar atentos ao manejo de pragas e doenças da oleaginosa para não terem prejuízos em produtividade e qualidade do cultivo. Entre as principais preocupações do sojicultor, os percevejos são considerados uma das maiores ameaças. "O período crítico para ataque destes insetos é durante o estágio reprodutivo, se estendendo desde a formação das vagens (R3) até a fase de enchimento dos grãos (em R7). No entanto, o produtor deve considerar o monitoramento da praga desde o início da safra, avaliando a necessidade de antecipação das aplicações de inseticidas para impedir o crescimento da população de percevejos e reduzir a pressão de ataque", comenta Renato Carvalho, gerente de Marketing para Inseticidas da Bayer.

Esse posicionamento assertivo é fundamental para prevenir os danos no momento mais sensível da cultura. Além disso, é muito importante a identificação correta das espécies, incluindo o estágio de ninfas. Na soja, o percevejo-marrom (Euschistus heros) é a que mais preocupa: "Estima-se que a presença do percevejo por metro quadrado na lavoura pode resultar em perdas de quase uma saca por hectare", comenta o gerente.

Entre os piores prejuízos para a soja são o abortamento de vagens e a redução do peso e da qualidade dos grãos, além do favorecimento para fungos causadores de doenças. "No Mato Grosso, por exemplo, principal produtor da oleaginosa, a infestação da praga já é bastante conhecida, sendo necessário três ou mais aplicações para o manejo de percevejo na soja, além das infestações subsequentes nas lavouras de milho safrinha", finaliza o especialista.

Fonte: Bayer

Redação Destaque Rural
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